O cuidado com a saúde é essencial em toda a vida, mas merece um cuidado ainda maior a partir dos 60 anos. Algumas vacinas fazem a diferença para reforçar o sistema imunológico de quem chegou à 3ª idade.
Influenza/Gripe
Vacina que deve ser tomada anualmente. O vírus Influenza sofre várias mutações ao longo do tempo — o objetivo da vacinação é deixar os anticorpos “atualizados”. A imunização contra a gripe trabalha com o vírus inativo e é 100% segura para os idosos.
Hepatite B
Doença que afeta o fígado, em alguns casos se torna crônica. Causada pelo vírus HBV, presente no sangue e nas secreções do corpo. Pode ser transmitida por compartilhamento de objetos pessoais ou relações sexuais sem preservativos.
Febre Amarela
Infecção transmitida por mosquitos. Como apresenta alguns efeitos colaterais, é importante conversar com o médico antes de tomá-la. Pode ser indicada para quem vai viajar, pois alguns países exigem imunização.
Tétano
A vacina contra o tétano deve ser tomada a cada 10 anos por quem foi imunizado desde a infância. Para adultos e idosos sem histórico, pode ser feito um esquema especial com três doses em dois meses.
Pneumocócica (Pneumo 15 e Pneumo 20)
As vacinas pneumocócicas protegem contra pneumonia, meningite e sepse causadas pelo Pneumococo. A SBIM recomenda o esquema sequencial: primeiro Pneumo 15 (ou Pneumo 20), seguido de Pneumo 23 em intervalo mínimo de 1 ano. Converse com seu médico para definir o esquema mais adequado.
Herpes Zóster
O vírus Varicela-Zóster, responsável pela catapora na infância, pode se reativar em adultos acima de 50 anos causando o Herpes Zóster (cobreiro), uma doença dolorosa que pode evoluir para neuralgia pós-herpética. A vacinação reduz significativamente o risco de desenvolver a doença e suas complicações.
Conclusão
As vacinas são fundamentais para manter o organismo protegido e garantir maior qualidade de vida para quem tem mais de 60 anos. Não negligencie o esquema vacinal.